cortes
Tu não precisavas de mais ninguém. Tinhas-me a mim! No
entanto, parecias andar sempre à procura, sempre a explorar. De outra, de
alguém. Tu não viste que não precisavas de mais ninguém, e por isso continuavas à
descoberta. Mas, mesmo assim, tinhas-me a mim. E eu, por não conseguir
deixar de ser tão tua, deixei de ser de mim própria.
Sem comentários:
Enviar um comentário