sábado, março 31

cortes

Tu não precisavas de mais ninguém. Tinhas-me a mim! No entanto, parecias andar sempre à procura, sempre a explorar. De outra, de alguém. Tu não viste que não precisavas de mais ninguém, e por isso continuavas à descoberta. Mas, mesmo assim, tinhas-me a mim. E eu, por não conseguir deixar de ser tão tua, deixei de ser de mim própria.

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