terça-feira, abril 26

I love you...

Bem, estou com um dilema:
No que toca à palavra ‘’amo-te’’ e toda a conjugação desse verbo. Então, por um lado, penso que devo guardá-la para alturas quase perfeitas, e que não deve ser dita como qualquer outra banalidade, que deve ser guardada para preservar todo o poder que contém. Essa só palavra contém muitos (demasiados, até), sentimentos. Acho que no fundo tenho medo que ela mude tudo.
Mas por outro lado, como já dizia o António Feio, ‘’não deixem nada por fazer, nada por dizer’’. Verdade seja dita, não sabemos se estamos cá amanhã, e se não tivermos dito às pessoas o quanto elas significam para nós? E se elas não souberem? Isto deixa-me a pensar...
Mas tenho de admitir que me inclino mais para a primeira hipótese... Cada vez que digo, oiço, escrevo ou leio essa palavra, sinto uma espécie de nó, algo que não consigo definir. Mas afinal, se gostamos das pessoas elas devem sabê-lo, por atitudes não? Na minha opinião, as atitudes contam mil vezes mais que as palavras, mas às vezes também é bom ouvir coisas bonitas, coisas profundas... Por isso estou confusa. É uma palavra demasiado forte? Ou serei eu demasiado fraca?


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