Deixei na mala dele, num envelope intitulado “és a minha
pele”, esta carta:
"Mesmo que o tempo se passe, nada se vai. Nem as memórias,
nem o sentimento. Dou-te tudo de mim, tudo o que sou. A minha alma é tua, o meu
corpo pertence-te. Somos Um. E há algo muito especial que preciso… tu! Tenho-te.
Quero-te. Protejo-te. Amo-te…
Sempre tua,
Inês"
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