Se me deres a mão, não posso prometer que ela não se vá
arranhar. Não posso prometer que não ande às escuras, à deriva. Não prometo que
não toque desagrados. Não posso prometer que não se queime, ou que não
arrefeça. Não prometo que não sinta, não prometo que não se magoe.
Mas prometo
que não a vou largar.

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