terça-feira, outubro 11

sem compromissos

Nem eu sei que sítio da minha alma é suficiente para me explorar.
Nem eu sei que salvamento é necessário para me trazer ao de cima.
Nem eu sei como, quando ou com quem me identificar.
A minha mente é um lugar estranho de se estar, sombrio até, habitado por todo o tipo de pensamentos.
Tão confusa por vezes, não me encontro dentro de mim própria.
Suponho que é isso mesmo que sou:
uma mutante em constante mudança,
sempre preenchida,
sempre completa,
mas com espaço para algo mais.
Saboreia-me, deixa-te ir, aproveita a viagem já que não tem promessas de regresso.

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