O amor é relativo. Não há nada de literal nele. Nada é certo, nada é concreto e nada pode ser tomado por garantido. Muitas vezes inesperado, e nunca, mas nunca cabe nas palavras. É fugaz e tenta fugir, mas se o soubermos agarrar, ele nunca vai partir. E a melhor parte, oh, a melhor parte, é quando nada mais importa; e aí sim, sabes que é verdadeiro.
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