domingo, outubro 16

E quando dou por mim esquecida de respirar? Deixo de o saber fazer, mergulhada na falta do oxigénio que me completa, aflita com a desilusão de quem já não sou. Mudaste-me, não sou mais a mesma, e nunca voltarei a ser. Mas agora começas a mudar para mim. Onde me encontro agora? Acordo já de olhos abertos num sobressalto com as preocupações que me consomem, que me envolvem e me tentam ter para si, e começa-se a notar quando deixo de ter ar.

Sem comentários:

Enviar um comentário