terça-feira, agosto 30

nunca, tu nunca nada

Nunca verás o brilho que alcanço quando te olho.
Nunca perceberás o arrepio que sinto quando me tocas.
Nunca saberás aquilo em que penso quando os nossos lábios dançam.
Ñão descobrirás a pessoa que sou, quando estou contigo.

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